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Saudação do presidente

Dom Manoel João Francisco
Bispo de Chapecó

 Feito o Sinal da Cruz, o presidente da celebração, abrindo os braços saúda a Assembléia. A saudação, no começo da celebração é muito antiga. Pelo menos, desde o tempo de Santo Agostinho, já se tem notícia dela. "Entrei... saudei o povo e as sagradas escrituras foram lidas" ( A Cidade de Deus, 22,8). Ela indica que a convocação da Assembléia é um gesto de fé e que vai se realizar um acontecimento em que Cristo Jesus e seu Espírito serão protagonistas.
 Como em toda a celebração, também na saudação inicial, o presidente está agindo "in Persona Christi", ou seja "em lugar, na Pessoa de Jesus Cristo". Por isso a fórmula deverá ser sempre: "esteja convosco" e nunca "conosco". Talvez este pensamento fique mais claro, se considerarmos a narração da Ceia. Também lá, o presidente diz: "Isto é o meu corpo" e não: "Isto é o corpo de Cristo". Quem age e fala, através do sacerdote, é o próprio Cristo. Daí, o "isto é meu corpo".
 O Missal Romano apresenta três fórmulas de saudação para o sacerdote e uma específica para o bispo. A edição brasileira acrescenta, além das previstas pela edição latina, mais quatro.
Os outros livros litúrgicos dão grande margem de flexibilidade à fórmula da saudação inicial.
 O Ritual de Iniciação Cristã de Adultos diz que "o presidente saúda cordialmente os candidatos. Dirigindo-se a eles e a todos os presentes, expressa a alegria e a ação de graças da Igreja..." (RICA 74 e 246). O Ritual do Batismo de Crianças diz simplesmente que "após o canto inicial, quem preside saúda a assembléia".(RBC 34) O Ritual da Penitência orienta para que o sacerdote receba com benevolência o penitente e o saúde amavelmente (RP 41). O Ritual da Unção dos Enfermos e sua Assistência Pastoral expressa-se na mesma linha dos demais rituais com estas palavras: "O sacerdote... aproxima-se e saúda cordialmente o enfermo e todos os presentes"
 Inspirados nestas orientações dos rituais, podemos dizer que, também na missa, embora as fórmulas previstas sejam todas muito ricas, o presidente pode ter a liberdade de saudar cordialmente os fiéis, com palavras próprias, contanto que mantenha o sentido desta saudação, muito bem lembrado pela IGMR 50: "O sacerdote... pela saudação, expressa à comunidade reunida a presença do Senhor. Esta saudação e a resposta do povo exprimem o mistério da Igreja reunida".
 
Perguntas para reflexão pessoal e em grupos: 
1) Quem nos saúda no início da celebração?
2) Qual o sentido dessa saudação?
3) Como  participar deste momento da celebração?

 



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