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Fonte: Católico.org
 
 
 
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ALGUMAS PISTAS DE AÇÃO PARA A CELEBRAÇÃO IV

16. O ideal seria celebrar a eucaristia e comungar em pé, como atitude pascal, de ressurreição, de caminhada, de compromisso. Mas, se alguém, por motivo todo particular, deseja ficar de joelhos, a gente respeita. Também o ideal seria receber a comunhão na mão, como era costume na Tradição mais antiga. Mas se alguém, por motivo todo particular, deseja receber na boca, a gente também respeita.

17. Dar ênfase especial à celebração eucarística dominical, por ser o domingo o dia da páscoa semanal dos cristãos.

18. Valorizar ao máximo a aclamação memorial: "Eis o mistério da fé. Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!" (ou outra semelhante), e nunca substituí-la por manifestações de adoração ao Santíssimo Sacramento na hora da missa. Já sabemos por que!

19. Evitar os exageros de elevação do pão e do cálice na hora da apresentação das oferendas, para não dar a impressão de um "ofertório". Também evitar os exageros de elevação do pão e do vinho no momento da narração da ceia, para não dar a impressão de momento de adoração ao Santíssimo. Privilegiar, sim, a grande elevação na hora da doxologia final ("Por Cristo, com Cristo e em Cristo...), para dar a impressão de um grande "brinde" final em homenagem ao Pai que tanto nos amou. E como já dissemos, toda assembléia "assina embaixo" cantando vibrante: "Amém!".

20. Privilegiar a comunhão com o pão (e o vinho) consagrado na missa da qual se participa, e não com hóstias tiradas do sacrário (consagradas em outra missa anterior, em outro contexto de vivência pascal).

21. Não se celebra a eucaristia "com o Santíssimo exposto" (como se fazia no segundo milênio), bem como não se dá bênção do Santíssimo no final da missa, ou também logo após a missa. Exatamente para não confundir a cabeça do povo, que vai (assim) acabar pensando ainda que a maior bênção é a bênção do Santíssimo; e não é. A maior bênção é a graça de participar da celebração eucarística, comendo e bebendo do Corpo e Sangue do Senhor ressuscitado.

22. Dar grande valor à proclamação da palavra de Deus, pois, como vimos, a liturgia da palavra e a liturgia eucarística constituem um único ato de culto. O povo tem o direito de sentir que é Deus que está falando para ele no momento da leitura.

23. Que tal formar uma escola para leitores, na qual as pessoas estudam a Sagrada Escritura, a teologia e espiritualidade da proclamação da Palavra, uso do Lecionário, oficinas e laboratórios para aprender a proclamar a Palavra, técnicas de respiração, dicção, prolação... Inclui-se aí a busca da melhor forma de cantar o salmo responsorial.

24. Para os padres, é bom fazer também uma espécie de reciclagem sobre a homilia: sentido teológico-litúrgico e espiritual da homilia, oficinas e laboratórios para aperfeiçoar-se na arte de fazer uma boa homilia, que de fato leve o povo a sentir que é o próprio Senhor que explica as Escrituras (como o fez na sinagoga e no caminho para Emaús), quando ouve a homilia do padre.

25. Valorizar a oração dos fiéis elaboradas na própria comunidade (ou pela equipe litúrgica e por outros modos), pelas quais a comunidade pode sentir sua realidade bem mais próxima da mensagem ouvida do Senhor.

26. Fazer bem feito o que já é previsto na celebração (gestos, ações, orações, espaço etc), com amor, paixão, espiritualidade.

27. Privilegiar a sobriedade, a simplicidade, mas com bom gosto, elegância, beleza. Atenção! A verdadeira beleza está na simplicidade e na sobriedade, pois Deus é simples, sóbrio, sem complicação. Nem sempre a ostentação e o luxo é sinônimo do belo, e muito menos expressão do mistério de Cristo que se entrega. Mas também não cair na banalização!

28. Evitar ao máximo encher de novo a missa (como se fez da Idade Média pra cá) de "entulhos", pois eles podem comprometer nossa vivência daquilo que é o mais importante, o essencial (a saber, a Palavra e o mistério pascal). Por isso que dizíamos antes, privilegiar a simplicidade, para que na celebração eucarística seja garantido o essencial de nossa fé: a Páscoa!

29. Não ter medo de investir o máximo em formação litúrgica permanente em todos os níveis (professores de liturgia, bispos, padres, diáconos, ministros, leitores, músicos, equipes de liturgia, catequistas, povo em geral), como aliás pede o próprio concílio Vaticano II em sua Constituição sobre a Liturgia (cf. nn. 15 a 19).

Frei José Ariovaldo da Silva



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