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ALGUMAS PISTAS DE AÇÃO PARA A CELEBRAÇÃO III

7. Que os cantos sejam de fato de acordo com o mistério que se celebra, com o momento ritual que se vive. Para cada rito há uma música ou canto que o acompanha. Há um tipo de música que acompanha o rito de entrada, há um tipo de música que acompanha o rito da preparação das oferendas, e assim por diante. Evitar, portanto, músicas que não têm nada a ver com o momento ritual e com o tempo litúrgico que se vive. Por exemplo, no tempo do advento, cantar músicas de advento; no tempo pascal, da quaresma, cantar músicas próprias de quaresma; no tempo pascal, cantar músicas pascais; e assim por diante... Mas sobre isso, no próximo dia 17 e 18 de setembro Frei Joaquim Fonseca vai orientar mais.

8. Privilegiar a ação de trazer as oferendas (pão e vinho) para o altar. Nunca deixar o pão, vinho e água sobre o altar já desde o início da missa, como às vezes se faz. Se não tem procissão, deixá-los numa mesinha ao lado (chamada "mesa da credência"). Há lugares em que se costuma também, junto com o pão e vinho, trazer algum símbolo que represente a situação da comunidade. Mas, atenção: Não trazer demais símbolos (no máximo três), e colocá-os não em cima do altar, mas em frente dele (quem sabe sobre uma mesinha). Expressivo e significativo é o costume de levar ofertas para os pobres (campanha do quilo etc.) e outras ofertas.

9. Proclamar a oração eucarística com vibração, não tanto como quem apenas lê o livro, mas como quem de fato se comunica com o mistério de Deus, para que o povo também possa participar com vibração nas aclamações que lhe são próprias. De preferência cantar o canto do "Santo", as aclamações e, sobretudo, o "Amém" final (como "assinatura" embaixo).

10. A exemplo dos nossos irmãos orientais, dar mais solenidade à invocação do Espírito Santo sobre as oferendas. Igualmente, dar mais ênfase sobre a invocação do Espírito Santo sobre a assembléia que vai comungar do Corpo e Sangue do Senhor ressuscitado.

11. Ter presente que a comunhão não é uma ação intimista, devocional, mas uma ação comunitária: comer e beber juntos.

12. Acostumar-se a chamar o rito de preparação e apresentação das oferendas não mais de "ofertório", pois ofertório mesmo acontece no momento em que, na oração eucarística, o sacerdote diz: "Nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação", ou outra fórmula parecida.

13. Valorizar a oração eucarística como um todo, e também toda a liturgia eucarística (e não apenas a chamada ‘consagração’, como se fazia e se pensava no segundo milênio), pois é em toda a liturgia eucarística que Cristo, em nós e através de nós, no fundo repete tudo o que ele fez naquela ceia derradeira (como vimos!).

14. Valorizar o gesto da fração do pão. Para tanto, privilegiar também de fato o pão que possa ser partido e repartido para os presentes. A hóstia, como a temos, não é suficientemente expressiva daquilo que de fato significa a eucaristia como ceia pascal.

15. Privilegiar, na medida do possível, a comunhão "nas duas espécies" (pão e vinho: bebendo do cálice ou molhando o pão no cálice com vinho).



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