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Fonte: Católico.org
 
 
 
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Santos: quem são?

 A liturgia católica celebra neste domingo, o primeiro do mês de novembro, a festa de Todos os Santos. No Brasil a memória dos santos foi transferida do dia 1º para o domingo seguinte. É uma celebração centrada no sentido da nossa vida.
        Quem são os santos? São os que viveram intensamente a fé, a esperança e a caridade e deram um grande testemunho de vida cristã. Viveram em profunda sintonia com Deus, por isso a Igreja os reconhece e proclama santos após a morte. De fato, são santos todos os que estão com Deus, mesmo se não foram proclamados tais pela Igreja. Na Bíblia fala-se em uma multidão que ninguém pode contar. Graças a Deus!
        Santo é quem vive por hábito o que para outros é virtude. Deve-se desconfiar da santidade de quem não demonstra alegria, nem cultiva amizades, deixa de ser gente para representar a função que ocupa, enche a boca de Deus sem vivenciá-Lo no coração.
        As famílias e as comunidades costumam honrar seus antepassados ilustres. Também as nações. Como sempre, podem acontecer exageros. Por isso a Igreja Católica, a partir do ano 993, começou a disciplinar o culto aos santos, exigindo o reconhecimento oficial da autoridade eclesiástica através do processo de beatificação e de canonização.
        É verdade que a Igreja confia na intercessão dos santos, pois eles são membros da Igreja e estão muito interessados em ajudar seus irmãos de fé a alcançarem a salvação também. Não dá para imaginar que os santos fiquem desinteressados pelos irmãos que ainda peregrinam na fé e lutam entre as dificuldades desta vida.
        Ao proclamar um santo, a Igreja reconhece que ele foi um cristão que pode ser imitado. Seu testemunho de vida é um estímulo para os outros cristãos, que podem se orientar por ele; seus ensinamentos são autênticos e ajudam a explicitar melhor os valores da fé e da vida cristã. Foram pessoas que, por seu modo de viver e testemunhar a fé, marcaram a sociedade de seu tempo e se transformaram em referenciais atualizados para a história.
        Muitas vezes, quando veneramos ou falamos de um santo ou santa de nossa devoção, somos tentados a contemplá-lo ou contemplá-la como se fosse perfeito ou perfeita. Alguém que a graça de Deus supriu todas as fraquezas. Mas não é assim. Os santos, antes de tudo, foram pessoas normais. Eles fizeram sua caminhada de vida procurando sempre seguir os ensinamentos de Cristo. Como tal, participaram da realidade do povo santo e pecador.
        Santo é, pois, alguém com o coração cheio de Deus, mas que reserva espaço para o mundo em que vivem os irmãos. Aquele que faz o entrelaçamento do divino e do humano, num só mistério, como o fez Jesus.
        Que Deus nos ajude a sermos cada vez mais santos e menos pecadores.
       

 Pe. Dirceu Balestrin

Fonte: Catedral São José, Erechim 

 



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