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Fonte: Católico.org
 
 
 
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Formação litúrgica integral

De 11 a 15 de fevereiro deste ano, a CNBB organizou um seminário sobre pastoral litúrgica. Participaram umas sessenta pessoas (bispos, padres, leigos e leigas, músicos e compositores, arquitetos e arquitetas...) representando vários regionais do Brasil. Aprofundamos os três aspectos da pastoral litúrgica: a celebração, a formação e a articulação (organização). No final do seminário, o ‘grito geral’ foi por mais formação litúrgica em todos os níveis da vida eclesial: do povo, das equipes de liturgia, dos compositores, cantores e instrumentistas, dos arquitetos e outros responsáveis pela organização do espaço litúrgico, das/dos catequistas, das religiosas e dos religiosos, dos diáconos, presbíteros e bispos, dos professores nos institutos de teologia e casas de formação... Ninguém escapa!

Mas, afinal, como devemos entender a ‘formação litúrgica’ e qual o objetivo da mesma? Na ‘carta magna’ da liturgia, a Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, nos nn. 14-18, a formação litúrgica é apontada como uma necessidade para que o povo cristão, povo santo e sacerdotal, possa participar da liturgia. Na liturgia não pode haver ninguém na platéia ou na arquibancada! Liturgia não é espetáculo! A comunidade toda é ‘atora’, ‘jogadora’, agente, sujeito ativo da ação litúrgica! Participar significa tomar parte, atuar na liturgia: reunir-se com os irmãos e irmãs da comunidade para fazer memória de Jesus, ouvindo e meditando a Palavra de Deus, orando, louvando e agradecendo, expressando a ação de Deus e respondendo a ele, tudo isso com gestos e sinais sensíveis, sinais simbólicos.

Portanto, liturgia tem a ver com ação. Só que o ser humano não é uma máquina! Não pode fazer as coisas mecanicamente, sem pensar, sem sentir! Uma ação humana de verdade envolve o ser humano ‘integral’: corpo, mente, coração. Na liturgia, não basta fazer o sinal da cruz, cantar, entrar na procissão, ‘tomar a hóstia’... É preciso agir e acompanhar esta ação com a mente e o coração; é preciso entender e sentir o que se está fazendo. Como diz o texto da SC: trata-se de uma participação ativa, externa e interna, consciente, plena, frutuosa.  Daí a necessidade de uma formação litúrgica ‘integral’, envolvendo todas as dimensões do ser humano e envolvendo todas as dimensões da liturgia: a ação ritual, seu sentido teológico, sua espiritualidade.

Há muita gente formada, muita gente engajada na pastoral litúrgica; há muitos cursos e encontros de estudo sobre a liturgia, mas o resultado não está sendo de todo satisfatório. Em muitas lugares, há muita insatisfação com a maneira como celebramos e com os resultados de tantos cursos e encontros. Por que? Talvez porque na maior parte das vezes ficamos na teoria. Falta-nos integrar na formação a dimensão teologal e espiritual da liturgia. Falta-nos aprender a fazer liturgia, integrando corpo, mente e coração nesta ação. É uma questão de método! Ninguém aprende a cozinhar ou conduzir um carro, ou tocar um instrumento musical, ou jogar futebol sentado num banco de escola, assistindo somente aulas teóricas; assim também com a liturgia! Daí a necessidade urgente de se rever a maneira de ‘dar’ formação litúrgica. Somente com o esforço conjugado de todas as pessoas envolvidas poderemos dar a volta por cima e modificar a ‘cara’ da liturgia. E é bom lembrar: quando falamos de liturgia e formação litúrgica, estamos incluindo a música e a organização do espaço litúrgico.

Perguntas para os grupos:

1. Você costuma participar da liturgia, acompanhando a ação litúrgica com a mente e o coração? Caso sim, como e com quem aprendeu? Caso não, por que está acontecendo isso? O que está faltando?

2. As outras pessoas de sua comunidade participam de forma ativa, acompanhando a ação litúrgica com a mente e o coração? Ou participam mecanicamente, rotineiramente? Ou têm costume de fazer outras coisas durante a celebração litúrgica (rezar o terço ou outras orações devocionais, ler o folheto...)?

3. Em sua comunidade há uma equipe de liturgia? O que está fazendo para ajudar as pessoas a participar integralmente da liturgia, inclusive através do canto?

Fonte: CNBB



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