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O canto litúrgico no Ciclo Pascal

A Instrução Geral sobre o Missal Romano – IGMR, assim nos diz à pág. 110: “Como o Cristo realizou a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus principalmente pelo seu mistério pascal, quando morrendo, destruiu a nossa morte e ressuscitando renovou a vida, o sagrado Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor resplandece como o ápice de todo o ano litúrgico. Portanto, a solenidade da Páscoa goza no ano litúrgico a mesma culminância do domingo em relação à semana.”

 O Tríduo Pascal tem seu início na Missa vespertina da Quinta-Feira Santa, com a memória da última Ceia de Jesus. A sexta-feira da Paixão, o sábado da sepultura e o domingo da ressurreição são chamados por Santo Agostinho de tríduo do “crucificado, sepultado e ressuscitado”, culminando com a Vigília Pascal, na noite santa em que o Senhor ressuscitou. Considerada pelo mesmo santo como a “mãe de todas as vigílias”, é a Celebração Maior do Ano Litúrgico.O tríduo se encerra com as Vésperas do Domingo da Ressurreição.

 - É vivamente recomendada a participação do povo: gestos corporais, símbolos e imagens, sobretudo o canto, devido à solenidade desses dias e porque os textos bíblicos e litúrgicos, densos e profundos, adquirem maior força quando são cantados.

- A Quinta-feira Santa tem como centro o Lava-pés e a Ceia, que o Senhor instituiu naquela noite em que foi entregue... Por isso canta-se solenemente o Glória. Pode-se dar destaque à procissão dos dons, sobretudo o pão e o vinho, escolhidos por Jesus para sua doação; a coleta, sinal de solidariedade, é em favor dos necessitados. A Missa termina com o translado do Santíssimo ao lugar da reserva, com o “Tão sublime Sacramento”.

- A Sexta-feira Santa é centralizada na cruz, quando a comunidade proclama a paixão do Senhor, rezando pela humanidade toda. É o dia do silêncio, do jejum, da sobriedade, manifestado na Celebração: início, sem canto, o que seria bom também na Comunhão.

- O Sábado Santo, segundo uma feliz afirmação de Irmã Penha Carpanedo, é o dia de “viver a ausência do Amado”, portanto, de silêncio, meditação e permanência da Igreja junto ao sepulcro, à espera da Ressurreição do Senhor.

- A Vigília Pascal abre o terceiro dia do Tríduo, sendo uma celebração repleta de símbolos: o fogo do início; o círio pascal aceso no fogo novo, sinal do Senhor ressuscitado; a solene procissão até o local da celebração, com a aclamação “A luz de Cristo”; a proclamação jubilosa da feliz noite, no Exultet; a rica liturgia da Palavra, percorrendo a história da salvação; a celebração do Batismo, com a renovação das promessas batismais; e a solene Eucaristia, que como nenhuma outra, faz a memória da Páscoa de Jesus, carregada de sonoros aleluias, cantos festivos e alegres aclamações.

 - O Domingo da Ressurreição prolonga a festa pascal ao longo do dia, cantando a vida que se renova no amor e na justiça de Deus.

 O Tempo Pascal ou “cinqüentena pascal”, são sete semanas de festa, com a duração de cinqüenta dias, incluindo a Ascensão do Senhor e Pentecostes, último dia da Páscoa: o Espírito Santo é o grande dom do Ressuscitado. Os domingos deste tempo sejam celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia festivo, “um grande domingo”, segundo Santo Atanásio. É tempo de júbilo, manifestado na cor branca, nas flores e luzes, no Círio aceso, nos instrumentos e nos cantos: dê-se mais realce ao Glória que ao Ato Penitencial; o Aleluia seja o canto vibrante ao Senhor ressuscitado, vivo e glorioso. Valorize-se o rito da aspersão. Boas opções de cantos para este tempo estão no Hinário Litúrgico da CNBB, bem como no livro CANTOS E ORAÇÕES, da Editora Vozes.

 Antonio Alcalde bem expressa como deve ser nosso canto pascal: “Sendo a Páscoa a festa das festas... ocorre fazer com que a liturgia, em seu todo, soe e ressoe como uma grande obra sinfônica: a sinfonia da nova criação em Cristo, com todos os seus instrumentos afinados e vibrantes”.

Ir. Míria T. Kolling

Fonte: Catolicanet



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