| Seja bem-vindo! Hoje é
 
 
Acompanhe o santo do dia
Fonte: Católico.org
 
 
 
Home
Pároco
Atendimento na Paróquia
Estudos litúrgicos
Curiosidades
Catedral Sto Antônio
Pastorais
Regiões Pastorais
Padroeiro
Orientações Pastorais
Orações
Estudos e Reflexões
Espaço Litúrgico
Mensagens
Folheto Litúrgico
Contato
 
. : Catedral Santo Antônio :.
A liturgia e as diretrizes da CNBB

A 46ª. Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, realizada em Itaici, SP, nos dias 02 a 11 de abril, teve como tema central a aprovação das novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para os próximos anos.

 Houve um grande processo de participação na elaboração destas Diretrizes, envolvendo todos os Bispos, teólogos, pastoralistas e agentes de pastoral. Também a Comissão de Liturgia, na reunião da ASLI (Associação dos Liturgistas do Brasil) e no Seminário Nacional de Pastoral Litúrgica (fevereiro 2008) deu a sua contribuição.

O objetivo geral das Diretrizes é: “EVANGELIZAR a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, ‘para que todos tenham Vida e a tenham em abundância’ (Jo 10,10)”.

O texto está dividido em 3 capítulos: 1 – A realidade que nos interpela;  2 – Discípulos Missionários em uma Igreja em estado permanente de missão;  3 – Pistas de ação para a missão evangelizadora. A conclusão tem como título a frase de S. Paulo: “Ai de mim se não evangelizar”.

A Liturgia está contemplada no 2o. Capítulo, quando se fala da missão “segundo o tríplice múnus: Ministério da Palavra, Ministério da Liturgia e Ministério da Caridade”.

O texto sobre o Ministério da Liturgia (números 67 a 80) inicia afirmando que “a liturgia ocupa na ação evangelizadora da Igreja um lugar central. Ela é ‘o cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, a fonte de onde emana toda a sua força’ (SC 10). Nela o discípulo realiza o mais íntimo encontro com o seu Senhor e dela recebe a motivação e a força máxima para a sua missão na Igreja e no mundo” (n. 67).

Os principais pontos apresentados são: a definição de liturgia; o direito e o dever que todos os membros da comunidade tem da participação (interna, externa, ativa, consciente, plena e frutuosa); a formação mistagógica de todos os participantes da liturgia; a compreensão dos sacramentos como sinais da comunhão com Deus, em Cristo, pelo Espírito Santo, na Igreja; a centralidade do Domingo como dia do Senhor, dia de Cristo, dia da Igreja, dia do Homem e dia dos Dias; o Ano Litúrgico, caminho espiritual onde os fiéis fazem a experiência de se configurarem ao seu Senhor e dele aprenderem a viver os “seus sentimentos”; a importância da piedade popular; a valorização do Ofício Divino e da Liturgia das Horas como escola e referência para a oração; a importância da música litúrgica como parte integrante e significativa da ação ritual; o cuidado com o espaço litúrgico que é sinal sensível do mistério que nele é celebrado; a necessidade da inculturação litúrgica e a compreensão da Pastoral Litúrgica como ação que abrange todos os esforços e iniciativas para animar a vida litúrgica de uma comunidade, paróquia, diocese, região, levando em conta sua realidade histórica, cultural, social, eclesial, de modo que todos os cristãos possam participar da liturgia de forma ativa, consciente, plena e colher dela os frutos espirituais.

 Sugerimos que as equipes de pastoral litúrgica, em sintonia com as demais pastorais da comunidade, reservem um tempo para o estudo e aprofundamento das novas Diretrizes aprovadas pelos Bispos do Brasil.  Sem dúvida alguma, temos aí um ótimo referencial para continuarmos a empreender todos os esforços para animar e fortalecer a pastoral litúrgica em nossas comunidades.


Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:

1. Como podemos nos organizar para estudar o Documento das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil?

2. Qual a relação que existe entre a celebração litúrgica e a ação pastoral-missionária da Igreja?

3. Qual a relação e o lugar da Liturgia nas diversas pastorais da Igreja?

Pe. Carlos Gustavo Haas



© 2007/2008 Catedral Santo Antônio Chapecó.  Todos os direitos reservados. | créditos |