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Fonte: Católico.org
 
 
 
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Formação litúrgica espiritual

 
 
Todas as celebrações litúrgicas são 'ações rituais', simbólico-sacramentais, que vem carregadas de uma profunda realidade teologal. Por isso, a formação litúrgica deve se preocupar com a ritualidade e com teologia litúrgica. Mas não basta. Devemos abrir caminhos para que as pessoas aprendam a 'beber' da liturgia como sendo fonte da vida espiritual cristã. Por que? Para nós, cristãos, 'vida espiritual' é 'vida no Espírito de Jesus Cristo'. E este Espírito nos é dado, ele é dom do Pai. Mas, onde nos é dado o Espírito de Jesus Cristo? O lugar principal, a fonte 'primeira e necessária' (SC 14), são as celebrações litúrgicas: o batismo, a confirmação, a eucaristia, a celebração da palavra, o ofício divino, o ano litúrgico, as bênçãos, etc... (contanto que sejam, de fato, celebradas com qualidade espiritual, e não como puro formalismo!). E como funciona isso? De que forma temos acesso a este dom do Pai? Não basta simplesmente 'assistir' às celebrações litúrgicas; é preciso abrir nosso próprio espírito para receber o Espírito de Jesus Cristo, o Espírito de Deus. É preciso prestar atenção a cada gesto, cada palavra..., participar corporal e espiritualmente. Pois é! Esta é a característica da espiritualidade litúrgica: ela passa pelo corpo, atento e sensível. As ações litúrgicas são ações do próprio Cristo e de seu Espírito para nos fazer parte de sua vida, para vivermos constantemente em comunhão com ele e com o Pai. Voltando à imagem da fonte: pela participação corporal-espiritual na liturgia, 'bebemos' o jeito de ser de Jesus, sua relação com o Pai e com o povo, sua entrega radical a serviço do Reino e nos deixamos 'moldar' por ele mediante o encontro com os irmãos e irmãs, os salmos, as orações, a escuta e interpretação das leituras bíblicas, as ações simbólicas, a música ritual, o espaço litúrgico... Somos assim como que 'encharcados' pelo Espírito de amor que nos leva a viver em união com Jesus, continuando em nossa história atual a missão dele, abrindo espaço para a vinda do Reino de Deus em todas as realidades de nossa vida pessoal e social. Portanto, nada de confundir 'Espírito Santo' e 'espiritualidade' com intimismo ou sentimentalismo. Interioridade, sim; intimismo, não. Afeto e sentimento, sim; sentimentalismo, não. 
E por falar em interioridade: é uma dimensão do ser humano muito esquecida hoje em dia. Muita gente perdeu (ou nunca teve) contato com seu 'eu' mais genuíno, mais profundo, onde nos aguarda Deus, o Mistério. O que podemos fazer para crescer em interioridade? Algumas coisas bem simples podem ser um bom começo: 1- Aprenda a respirar conscientemente, profundamente, prestando atenção a cada inspiração e expiração, 'conectando' com Deus, lembrando que nosso 'sopro' é símbolo do próprio Espírito de Deus que anima todo o nosso ser. 2- Sempre que puder (no ônibus, no metrô, antes de levantar ou se deitar, nos intervalos...), pare, fique em silêncio, olhe para dentro de si e 'pense na vida', sinta-se em comunhão com as outras pessoas, com as árvores, as flores, os pássaros, as estrelas... e com Deus! 3- Adquira o hábito de fazer um ou dois momentos de meditação a cada dia, com um texto bíblico (leitura orante) ou simplesmente repetindo, de coração, uma invocação bíblica, como por exemplo, Maranatha (Vem, Senhor Jesus!), ou Senhor Jesus, tem compaixão... Fazendo assim, o Espírito Santo encontrará a porta aberto para nos atingir profundamente, em nossa interioridade, como discípulos/as, para depois nos 'lançar' como missionários/as, para fora, na sociedade, no mundo, na busca de uma maneira mais solidária e igualitária de se organizar a sociedade.
 
Yone Buyst
 
 

 

Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:
 
1.         Qual é a relação entre liturgia e espiritualidade em nossas comunidades, nossos grupos e movimentos?
2.         Quando se pensa em 'espiritualidade', a liturgia está incluída no horizonte? Quando se organiza momentos de espiritualidade, a liturgia faz parte da programação? Faz parte, como 'apêndice' ou 'enfeite' ou como 'fonte'? 


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