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Fonte: Católico.org
 
 
 
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O valor litúrgico da Palavra de Deus - Pe. Kleber Rodrigues da Silva

Iluminados pelas novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2008-2010 (DGAE), aprovadas em abril deste ano na 46ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reflitamos aqui um pouco sobre o valor litúrgico da Palavra de Deus.

De acordo com as Diretrizes, “a proclamação da Palavra de Deus pela Igreja é decisiva para a fé do cristão, já que ela possibilita o acolhimento livre do anúncio salvífico da pessoa de Cristo, acolhimento esse possibilitado pela atuação do Espírito Santo” (DGAE 60).

É preciso tomar contato com a Palavra de Deus, sentir o prazer e a alegria de acolhê-la e meditá-la, saborear do seu conteúdo, pois alimentados por ela, conseguiremos dar o devido testemunho.

Sendo assim, despertamos para a importância da Liturgia da Palavra no contexto celebrativo. Primeiro recordamos que em toda ação litúrgica deve-se reservar um espaço para a proclamação e meditação desta Palavra. E neste sentido encontramos ainda nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, n. 62: “O anúncio e a acolhida da Palavra são, portanto, fundamentais para a vida e a missão da Igreja e ocupam lugar central na liturgia”. Salientamos ainda, a responsabilidade daquele que exerce o ministério da Palavra em nossas Comunidades Eclesiais, pois, “a proclamação da Palavra na liturgia torna-se para os fiéis a primeira e fundamental escola da fé. Por isso, é essencial que pastores e fiéis se empenhem para que a Palavra seja claramente anunciada nas celebrações ao longo do ano litúrgico, seja comentada e refletida com homilias cuidadosamente preparadas, e encarnada na vida” (DGAE 62 ).

Não podemos esquecer-nos da importância de uma boa reflexão a partir dos textos bíblicos iluminando a vida, ou seja, a homilia deve justamente conduzir a todos, para uma experiência concreta. Assim, ministros ordenados e ministros extraordinários, aqueles que presidem as celebrações nas diversas realidades, não podemos desprezar o momento da homilia, ou fazer dele apenas uma reflexão moralista. É saber partilhar daquilo que Deus partilha conosco.

A Igreja cresce e se constrói ao ouvir a Palavra de Deus. Iluminados pela graça do Espírito Santo, precisamos superar uma liturgia racional da Palavra para chegarmos a uma Liturgia do Coração. Não basta sermos repetidores de um texto bíblico; é preciso ser praticante desta Palavra; nisto encontramos o sentido de sermos proclamadores. É preciso, na prática da pastoral litúrgica, educar os leitores para uma Lectio Divina, desenvolvendo assim uma espiritualidade, buscar formação bíblico-teológica, promover momentos comunitários de partilha da palavra.

Na Introdução do Lecionário, n. 3, encontramos uma afirmação muito particular sobre o valor litúrgico da Palavra de Deus:  “A mesma celebração litúrgica, que se sustenta e se apóia principalmente na Palavra de Deus, converte-se num acontecimento novo e enriquece a palavra com uma nova interpretação e eficácia. Por isso a Igreja continua fielmente na Liturgia o mesmo sistema que usou Cristo na leitura e interpretação das Sagradas Escrituras, visto que ele exorta a aprofundar o conjunto das Escrituras, partindo do  ‘hoje’ de seu acontecimento pessoal (cf. Lc 4, 16-21; 24,  25-35. 44-49)”.

O impulso recebido pela Igreja, a partir das reflexões conclusivas expressas no Documento de Aparecida e nas novas DGAE, faz-nos perceber que é preciso encontrar-se verdadeiramente com Jesus Cristo, e este trabalho, passa pelo Ministério da Palavra. Que sustentados pela graça de Deus, abracemos com ardor esta causa.

 

Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:

1. Como estamos valorizando o momento da Liturgia da Palavra em nossas celebrações?

2. Qual deve ser a nossa atitude espiritual durante a proclamação da Palavra?

3. O que podemos fazer para melhorar o desempenho dos ministérios dos leitores e salmistas em nossa comunidade



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