| Seja bem-vindo! Hoje é
 
 
Acompanhe o santo do dia
Fonte: Católico.org
 
 
 
Home
Pároco
Atendimento na Paróquia
Estudos litúrgicos
Curiosidades
Catedral Sto Antônio
Pastorais
Regiões Pastorais
Padroeiro
Orientações Pastorais
Orações
Estudos e Reflexões
Espaço Litúrgico
Mensagens
Folheto Litúrgico
Contato
 
. : Catedral Santo Antônio :.
Temas da antropologia Paulina, Pe. Adelar Baruffi

Paulo fala do homem sempre em relação a Deus e à luz de Cristo. A sua antropologia é parte da teologia, a qual é, fundamentalmente, cristologia e soteriologia. A antropologia é um reflexo da sua cristologia. A soteriologia paulina é a afirmação global de uma revelação de Deus atuada em Cristo, de uma obra de Deus realizada em Cristo. A antropologia de Paulo é reflexo da soteriologia, a sede onde exprime e ensina as riquezas objetivas do evangelho ofertas ao homem. Cristologia, soteriologia e antropologia estão nesta ordem e sob o sinal unitário de uma teologia que quer falar do mistério de Deus e da sua vontade. O conteúdo da cristologia determina o da soteriologia e, por meio desta, funda e qualifica o ensinamento sobre o homem. Portanto, Paulo desenvolve sua doutrina do homem como parte de um ensinamento global que fala de Deus e de Cristo.

Mas, qual é o centro da pregação de Paulo? Vida, vocação e apostolado coincidem em Paulo. Paulo deve anunciar o evangelho de Cristo (2Cor 4,3), “Cristo Jesus Senhor” (2Cor 4,5). O anuncia porque lhe foi revelado. Portanto, o conteúdo central da pregação é o evangelho. A fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo é a essência do evangelho pregado, o núcleo da mensagem paulina. O que Paulo anuncia é o evangelho de Deus, que é Jesus Cristo, o Filho, morto e ressuscitado e constituído Senhor, no qual Deus operou com sua bondade e potência a salvação de todos os homens. Paulo não falava sobre o homem, mas sobre Deus. Falava ao homem das coisas de Deus, anunciando e ensinando o que Deus disse e operou no seu Filho Jesus Cristo.

 

O testemunho da Carta aos Romanos

O tema fundamental é o mesmo de toda pregação de Paulo: o evangelho da salvação divina, revelado e operante em Cristo morto e ressuscitado. Nesta carta ressalta que o evangelho “é potência de Deus para a salvação de todos os que crêem, o judeu primeiro e depois o grego” (Rm 1,16). Novamente o primado cristológico-soteriológico. Paulo tem em mente a universalidade do povo de Deus. Com esta preocupação eclesial, fala da graça da justificação que é oferecida universalmente e se alcança mediante a fé. Se a graça é universal, então, o pecado também é universal. É neste sentido que deve ser compreendida a justificação mediante a fé. A antropologia tem nesta carta uma motivação contingente, porém, não menos relevante, sempre ao interno do intento de sua pregação. E, visto que a palavra e a obra realizada em Cristo são juntas o evangelho da graça misericordiosa e da potência salvadora de Deus, a catequese paulina não pode não ser também antropologicamente orientada e qualificada.

 

O passado pré-evangélico e o presente evangélico

O apóstolo desenvolve a sua doutrina do homem sob o signo de um antes e de um agora. O homem ainda não alcançado pela graça de Cristo e o homem feito participante da graça de Cristo. O evento Cristo é a plenitude dos tempos. Nele vemos o primado sobre todas as coisas: “Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura” (2Cor 5,17). O “antes” e o “agora” tem o seu centro em Cristo. Paulo descreve o “homem velho” e o “homem novo”, como uma antítese antropológica. Paulo usa bastante estas antinomias. Trata-se, portanto, de uma antropologia diferenciada segundo uma antítese temporal passado-presente. É o evento histórico de Jesus Cristo o critério desta antítese e da premissa que rege toda a articulação antropológica. O homem é envolvido no discurso soteriológico como interpelado pela graça de Deus.

 

Pagãos e judeus: o rosto humano da velhice pré-evangélica

A afirmação do presente evangélico sob a graça de Deus é um desenvolvimento antitético de um “passado” de pecaminosidade que tem uma dimensão universal. “Já demonstramos que judeus e gregos, todos estão sob o pecado” (Rm 3,9). “Não há distinção: todos pecaram” (Rm 3,22). A universalidade do pecado é compreendida na lógica de uma catequese que pretende estabelecer a universalidade do evangelho cristão. É o ímpio, o injusto, o pecador, o destinatário da graça evangélica. Esta graça é oferecida por Cristo a todos (Rm 3,29; 10,12); a todos os filhos da família adâmica. É obvio que, ao propor que “todos pecaram”, Paulo pressupõe conquistada e procura ilustrar a verdade que Jesus Cristo é o redentor universal. Os “todos” que pecaram são a multidão universal, a quem é dirigida a universal graça do evangelho.

 

O passado antropologicamente diferenciado

É verdade que existe um passado comum, que todos pecaram. Porém, é verdade que a injustiça do pecado que reinava sobre a família humana antes do evento evangélico era portadora de um rosto pagão e um rosto judeu, distintos e não confundíveis. É reconhecida ao pagão e ao judeu uma relação diferenciada com Deus. A diversidade diz respeito a dois tipos de existência humana. A distinção advém porque o passado dos judeus conhece uma intervenção de Deus que lhes fez ter privilégios, dentre os quais a lei revelada. Distingue-se “os que pecaram sem a lei” e “os que pecaram sob a lei” (Rm 2,12).

Os pagãos: “pecar sem a lei” (Rm 1,18-32). De quais pecados foram historicamente responsáveis? Mesmo conhecendo a Deus, a humanidade pagã não quis reconhecê-lo como Deus e caiu na idolatria. O seu erro não é intelectual, pois o conheceram. É um erro religioso: não quiseram acolhê-lo com Deus. A conseqüência deste desprezo é a idolatria. Quando não se adora mais o Criador, acaba-se por adorar a criatura. Por isso “Deus os abandonou ao sabor de uma mente incapaz de julgar. Desse modo eles fazem o que não deveriam fazer” (Rm 1,28). A mente do pagão, segundo Paulo, é estragada, sem critério, pervertida na sua função específica e não capaz de orientar segundo a verdade o caminho da existência. “Não têm desculpas” (Rm 1,21), pois conheceram a Deus.

Algumas pontualizações referentes a Rm 1,18-32: O intento de Paulo não é o de oferecer um quadro completo do mundo pagão, mas falar do pagão como de um tipo de homem característico, ainda não incorporado na economia evangélica, distinto do tipo judeu e cristão. Porém, o que é dito do pagão pode referir-se também ao homem de qualquer época no seu relacionamento fundamental com Deus. Em qualquer momento da história, no passado como no presente e no futuro, existe ou pode existir o homem que traz a pecaminosidade que vimos Paulo atribuir aos pagãos.

O judeus: pecar sob a lei (Rm 2,17-24).Também o mundo judaico pertence ao passado, tendo, porém, características próprias. O privilégio judaico da lei entra no juízo de Deus como o critério de um dever mais exigente. A lei é o elemento que qualifica fundamentalmente a humanidade judaica e a diferencia dos pagãos. É o paradoxo, a lei é privilégio e também a característica da pecaminosidade judaica. O privilégio da lei consiste em conhecer distintamente a vontade do seu Senhor. A sua não é uma mente desorientada. A luz reveladora da lei confere ao judeu a capacidade de distinguir o que é o bem e o mal. A pecaminosidade judaica é o divórcio entre uma mente iluminada pela lei revelada e uma conduta contrária ao imperativo da mesma lei. “Tu que te glorias da lei, ofendes a Deus transgredindo a lei?” (Rm 2,21). Portanto, o judeu é mais culpável que o pagão, pois foi educado numa escola melhor. O seu pecado é a incoerência. O tipo judaico é o que se encontra sob o regime da lei, onde ainda falta a graça do presente evangélico. O judeu não possui “uma mente incapaz de julgar” como os pagãos, mas uma mente esclarecida. Porém, o paradoxo está numa humanidade que conhece a lei, mas não a pratica. Que conseqüência traz esta divisão interna? A escravidão de “um coração endurecido”. A realidade antropológica do pagão é “uma mente incapaz de julgar” e do judeu é um “coração endurecido”. São, portanto, dois tipos de humanidade, ambas incapazes de libertarem-se por si mesmas e de realizarem o projeto de Deus sobre o ser humano.

 

A condição humana na “novidade-Cristo”

“Agora, porém...” (Rm 3,21). “Justificados pela fé, estamos em paz com Deus por meio do Senhor nosso Jesus Cristo” (Rm 5,1). De pecadores e injustos que eram, os crentes justificados são estabelecidos numa nova condição em relação a Deus, numa existência nova, qualificada pela graça de Cristo. O conteúdo: a justificação que liberta a humanidade, por meio de Jesus Cristo, do domínio do pecado e da morte, instaurada na história. Ainda, por meio de Cristo, estabelece o reino da graça e da justiça em vista da vida eterna. Paulo quer articular a riqueza soteriológica realizada pela potência divina naqueles que, tendo acreditado no evangelho, foram justificados e introduzidos vitalmente na graça de Cristo. Os capítulos 5 a 8 da Carta aos Romanos apresentam o “presente evangélico”, a realidade antropológica nova. Ressalta a superabundante graça divina manifestada em Jesus Cristo. Que humanidade resulta no “presente” evangélico como fruto da graça de Cristo?

a) Uma condição nova e uma nova relação com Deus. Rm 5-8 nos mostra que os batizados passaram de uma condição a outra. Existe uma nova relação com Deus qualificada pela “justiça”. Rm 5,1-11 nos apresenta uma reviravolta da situação no relacionamento com Deus, por meio de Jesus Cristo. Os crentes estão num estado novo, numa relação justa com Deus, estado de “graça”. Os crentes tornaram-se justos, de injustos que eram. Em Cristo obediente nasce uma humanidade de justos, como em Adão desobediente nascera uma humanidade pecadora. “De inimigos de Deus que eram, os fiéis foram reconciliados com Deus”. É um estado de paz com Deus.

b) Feitos servos de Deus. O homem não é mais escravo do pecado e encontra-se transportado para uma justa relação com Deus. Se primeiro reinava o pecado, a vontade de Deus em Jesus Cristo é que “reine a graça com a justiça para a vida eterna” (Rm 5,21). Segundo Rm 6, no rito batismal somos libertados do pecado, libertos do seu poder: “libertos do pecado e feitos servos de Deus” (Rm 5,22). O homem não é mais o escravo que obedecia a injustiça do pecado: é um resgatado, um liberto que foi transferido no reino de Cristo e tornado “servo de Deus” e “servo da justiça”. Vivem para o Senhor: a sua vida e sua morte estão ordenadas aos interesses daquele que, morto e ressuscitado por eles, tornou-se o seu Senhor. A existência nova é viver por Deus em Jesus Cristo.

 

A novidade humana a partir das fórmulas “de Cristo” e “em Cristo”

Segundo o Apóstolo, a passagem do homem velho à vida nova se dá como uma “justificação da vida” (Rm 5,18). É uma justificação que nos introduz na vida divina. Ser “de Cristo” e ser “em Cristo”. É, fundamentalmente, a participação vital na plenitude de salvação de Cristo morto e ressuscitado. Os batizados já são participantes, vivem “em Cristo”.

“Aqueles que são de Jesus Cristo” (Gl 5,24); “aqueles que estão em Jesus Cristo” (Rm 8,1): “transpostos” para o reino de Cristo e tornados “de Cristo”, os batizados são também “participantes” de Cristo, de tal modo que são “em Cristo”. A novidade de viver por Deus é viver em Jesus Cristo.

Os batizados são mortos com Cristo: mortos com Cristo, viveremos com Ele. Mortos com Cristo, são libertos do pecado. Rm 6,6: “Sabemos muito bem que o nosso homem velho foi crucificado com Cristo, para que o corpo de pecado fosse destruído e assim não sejamos mais escravos do pecado”. Uma existência de pecado é sepultada, uma identidade é destruída, uma humanidade foi crucificada. Esta é uma libertação. A morte com Cristo, ao assinalar o fim de uma existência de pecado, inicia uma vida nova: “Se permanecermos completamente unidos a Cristo com morte semelhante à dele, também permaneceremos com ressurreição semelhante à dele” (Rm 6,5). A novidade não é somente a morte com Cristo que liberta do pecado, mas o surgimento na história de uma solidariedade crística efetiva, nova vida em Cristo ressuscitado.

A vida nova compromete a um novo caminho da obediência a Deus. Somente um homem novo pode caminhar na novidade de vida. A ética está enraizada na comunhão com Cristo.

“Cristo está em vós”, “Cristo é a vossa vida”. Se é verdade que os batizados são “de Cristo”, pelo fato que estão “em Cristo”, é também verdade que eles mesmos têm Cristo dentro deles qual presença viva e operante. Assim é unificada a existência concreta dos batizados. Batizados todos no único Cristo, todos são revestidos do único Cristo e trazem o rosto do único Cristo. Existe uma solidariedade crística que une os batizados. Tal mistério de unidade é radicado no fato que Cristo define a partir de dentro a identidade dos batizados. Unidos à morte de Cristo e participantes da sua ressurreição, os batizados são a tal ponto ricos de Cristo que podem e devem “caminhar na novidade de vida” (Rm 6,4).

 

O sentido de “criação nova”, “homem novo” e “imagem de Deus”

“Não é a circuncisão que conta, nem a incircuncisão, mas o ser criatura nova” (Gl 6,15). Ser nova criatura é a condição daqueles que estão “em Cristo Jesus”. O passado é esquecido, uma nova existência iniciou. A nova criação está toda centrada em Cristo. Portanto, “se alguém está em Cristo, é uma nova criatura” (2Cor 5,17). Mortos com Cristo e ressuscitados com Cristo, os fiéis são portadores do mistério de uma vida nova, cristologicamente conotada. Por isso, o agir moral do cristão é determinado pelo “novo ser” que recebeu no batismo.

Esta nova criação é à imagem de Deus. Como esta nova criação é marcadamente cristológica, os batizados devem reconhecer-se como portadores no íntimo da imagem de Cristo, levam impresso o rosto de Cristo (2Cor 4,6). É o surgimento de uma humanidade realmente configurada a Cristo, conformada à imagem daquele que é a imagem perfeita de Deus. Tal imagem deve prosperar e tornar-se sempre mais semelhante ao original, que é Cristo. É um “forma-se” progressivo de Cristo nos batizados (Gl 4,19).

 

A pneumatologia na doutrina antropológica de Paulo

“E assim como trouxemos a imagem do homem terrestre, assim também traremos a imagem do homem celeste” (1Cor 15,49). É uma existência vivida no presente como assimilação progressiva ao Cristo da glória. É uma progressiva “conformação” à imagem de Cristo. A dinâmica da conformação a Cristo tem uma dimensão pneumatológica: o espírito derramado nos nossos corações (cf. Rm 5,5). O porquê, a garantia da esperança cristã é dada pelo Espírito: “a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações por meio do Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5). A nossa esperança não engana porque o amor de Deus é fiel. É fiel o Deus que nos está amando com o testemunho operante do Espírito Santo que nos foi dado. A dimensão soteriológica e cristológica da antropologia paulina se completa com a pneumatologia. “Sois de Cristo”, “sois em Cristo”, “Cristo em vós”: a criação nova, marcadamente cristológica, tem sua sede e progride para sua perfeição gloriosa e celeste lá onde é doado o Espírito Santo, no coração dos batizados.

Daí a ética paulina: “caminhando na novidade de vida”, aqueles que são “em Cristo” e “de Cristo” conduzem uma existência ética movida e guiada pelo Espírito Santo presente neles como vida e vitalidade novas. O Espírito Santo intervém no homem como o agente que torna efetiva e operante, interiorizando-a vitalmente, a graça oferecida por Cristo. O Espírito Santo é dado ao homem para operar dentro dele as riquezas de Cristo e realizar, assim, antropologicamente, a vontade do Pai.

“Adoção filial” e “herança eterna” são as expressões que Paulo usa par falar da dignidade de filhos de Deus e herdeiros da glória que foi concedida aos batizados. Tendo mandado o seu Filho “para que recebêssemos a adoção filial”, Deus também mandou “nos nossos corações o Espírito do seu Filho” para que se realize em nós tal finalidade. O Espírito faz gritar “’Abbà’, Pai” (Gl 4,6). Os cristãos receberam “um espírito de filhos adotivos” (Rm 8,15). Dentro deles foi criada uma vitalidade filial, chamada de “espírito”, enquanto efeito próprio do Espírito operante neles. O tema decorrente é a esperança da glória. A filiação divina é uma realidade dinâmica: é uma realidade de graça que se vive como um caminho orientado para uma meta pré-estabelecida, como um proceder de novidade em novidade em direção ao objeto de uma esperança certa, sustentados pela ação interior do Espírito. Recebido o Espírito, somos herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo. A nossa herança filial é a glória que deverá ser revelada em nós qual participação plena na atual condição celeste do Cristo-Filho. A condição presente é de espera, tensão íntima, do “já” e “ainda não”. Possuímos o Espírito Santo, o qual realiza em nós a adoção filial e nos constitui herdeiros da glória. Todavia, o possuímos como “primícias” (Rm 8,23) de uma perfeição que ainda esperamos. Somos filhos de Deus, efetivamente e indiscutivelmente, todavia esperamos ainda a revelação plena de nossa identidade na glória. Vivemos a tensão entre o “já”: o grito “Abbà, Pai” (Rm 8,15); e o “ainda não”: “gememos interiormente esperando a adoção filiar, a redenção do nosso corpo” (Rm 8,23). A esperança da glória é o “ainda não”. A constituição de uma humanidade conformada à imagem do Cristo-Filho é o objetivo que Deus se propôs na sua eternidade e, portanto, o fim para o qual tende a sua obra. “Filhos de Deus”, “herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo” (Rm 8,17), temos “direito” à glória celeste, por causa do penhor do Espírito que foi derramado em nós. Ansiamos por esta perfeição. O Espírito cria a dinâmica da esperança.

Adoção, herança, esperança da glória: esta é a dinâmica. E a garantia é “o penhor do Espírito Santo” (2Cor 1,21.22). É um futuro garantido, pois o Espírito é “garantia da nossa herança” (Ef 1,14). Imprime em nós a imagem de Cristo-Filho e nos guia no caminho da esperança para alcançarmos a plenitude do que já somos em Jesus Cristo.



© 2007/2008 Catedral Santo Antônio Chapecó.  Todos os direitos reservados. | créditos |