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Os salmos

Na celebração eucarística, após a primeira leitura, via de regra, do Antigo Testamento, a Igreja põe à nossa meditação um trecho do Livro dos Salmos chamado salmo responsorial.

Os salmos, num total de cento e cinqüenta, são antigas orações do povo de Deus executados ao som do saltério, instrumento parecido com o violão.

É um livro sapiencial do Antigo Testamento, o mais extenso da Bíblia e, talvez, um dos mais belos, pois é de orações. Segundo a Tradição, a maioria desses salmos é de autoria do Rei Davi.

Por que responsorial ou de resposta? Porque ele é a resposta, dada pelos fiéis à primeira leitura proclamada, com um refrão intercalado aos versos cantados ou lidos pelo leitor.

No trigésimo terceiro domingo do Tempo Comum, a meditação eclesial incide no salmo 127 (128) – Bênção para o fiel. Ele era cantado quando os peregrinos levavam ao Templo as primícias devidas a Deus.

Seu início é o anúncio da felicidade: Feliz quem teme o Senhor e anda em seus caminhos! Comerás com o trabalho de tuas mãos e terás felicidade doméstica. Sua conclusão é uma bênção: O Senhor te abençoe, tu verás a prosperidade de Jerusalém e os filhos de teus filhos. Paz sobre Israel! Ei-lo total para  deleite espiritual do orante:

Feliz quem teme o Senhor e anda em seus caminhos!

Do trabalho de tuas mãos comerás, tranqüilo e feliz:

Tua esposa será vinha fecunda, no recesso do teu lar:

Teus filhos, rebentos de oliveira, ao redor de tua mesa.

Refrão – Feliz quem teme o Senhor e anda em seus caminhos!

Assim vai ser abençoado o homem que teme o Senhor.

Que o Senhor te abençoe de Sião e verás a prosperidade de Jerusalém todos os dias de tua vida;

E verás os filhos de teus filhos. Paz sobre Israel!

Refrão – Feliz quem teme o Senhor e anda em seus caminhos!

Salmo da felicidade doméstica que Deus concede aos justos, da união familiar e do trabalho honesto para seu sustento, ele fala, também, da bênção da prosperidade, da longevidade e da paz para aqueles que temem o Senhor e andam em seus caminhos.

A Igreja o emprega na liturgia matrimonial para externar seu desejo de felicidade para aqueles que recebem o sacramento do matrimônio.

A beleza deste salmo está, também, no simbolismo que ele expressa: a Igreja de Cristo e seus numerosos filhos, quais rebentos de oliveira, se encontram em torno da mesa do Senhor na Ceia Eucarística.

Temer o Senhor não significa ter medo dele, mas respeitá-lo; e seguir seus caminhos é observar seus mandamentos que se reduzem a dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Por isso, deve-se rezar esse salmo quando se duvida sobre o sentido da vida, quando se procura a verdadeira felicidade e quando se pensa no bem-estar e na paz para si e para os outros. Quanta riqueza! Tudo isso está aqui: Feliz quem teme o Senhor e anda em seus caminhos.



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