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Fonte: Católico.org
 
 
 
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O GLÓRIA É HINO CRISTOLÓGICO OU TRINITÁRIO?

Pergunta: ... estou pedindo sua ajuda quanto ao Glória da missa. Nos encontros litúrgicos e de música litúrgica surge a questão: o Glória é um hino cristológico ou trinitário?
a) segundo o Doc 43 da CNBB, nº 257 é não é uma aclamação trinitária.
b) segundo Estudos nº 12, pg 35, é um hino em honra da Santíssima Trindade.
c) Na Instrução Geral ao Missal Romano, nº 53, diz que é um hino que suplica ao Pai e ao Cordeiro.
Que você me diz sobre o assunto? inclusive se tiver algum pequeno texto sobre o assunto, eu agradeceria.
 
          O Glória a Deus nas alturas. - Diz a Introdução do Missal: O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e o Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro. Entoado pelo sacerdote ou, se for o caso, pelo cantor ou o grupo de cantores, é cantado por toda a assembléia, ou pelo povo que o alterna com o grupo de cantores ou pelo próprio grupo de cantores. ... É cantado ou recitado aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma, nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes” (n. 53).
          Reina grande confusão sobre o sentido desse canto, chamado até indevidamente de canto de glória. Acabou, em muitos lugares, sendo vinculado ao Ato penitencial, quando uma coisa não tem nada a ver com a outra. Já ouvi comentaristas e mesmo sacerdotes e bispos presidentes da celebração dizerem: “Agora que fomos perdoados, vamos alegrar-nos, agradecer e louvar a Deus com um canto de glória”. Repito, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Primeiramente, o Ato penitencial não constitui uma celebração penitencial com absolvição sacramental. Por isso, na invocação do perdão, o sacerdote inclui-se expressamente: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Interessante notar que normalmente as Antífonas de entrada ou os Intróitos do Missal já expressam este sentido de se reconhecer pecador, pobre e necessitado da misericórdia de Deus, como disposição para participar de maneira frutuosa da Eucaristia.
          O Glória é um hino pascal que surgiu nas Igrejas do Orienteno contexto do Louvor matinal.Não é mera aclamação trinitária, embora tenha caráter trinitário, como os hinos em geral. É um hino ao Pai, por Cristo, no Espírito Santo. Diz a Instrução do Missal: O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. A introdução do hino Glória a Deus nas alturas na Missa do Rito romano é bastante tardia. Inicialmente era entoado somente pelo papa em dias solenes, após o Kyrie eleison. Depois foi liberado para os sacerdotes em sua primeira Missa cantada e na festa da Páscoa. Era cantado sempre após o Kyrie eleison. O Gloria constitui uma grande doxologia. Podemos compreender, então, que em dias solenes, se quisesse desdobrar a doxologia do Senhor, piedade, (Kyrie, eleison), através de uma doxologia maior, o canto do Glória a Deus nas alturas. Assim, tanto o Senhor, como o Glória constituem doxologias que introduzem na Liturgia da Palavra e na Liturgia eucarística, como um só ato de culto. São elementos do rito de abertura.
          Trata-se de um hino em prosa, com cadências próprias da língua latina. Devemos reconhecer a dificuldade de musicá-lo de modo que se torne fácil de ser cantado por toda a assembléia. Por isso, a CNBB providenciou uma tradução em versos e estrofes para o canto, não adequado para a recitação. Começa assim: Glória a Deus nos altos céus. Já existem diversas melodias para o canto. Assim, os diversos Glórias, que há trinta anos viemos chamando de glorinhas, estão maduros para serem aposentados. Poderão ser valorizados para o momento de louvor em celebrações da Palavra de Deus.
 
                                                                                          Frei Alberto Beckhäuser


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